Quadrilha vendia cocaína com sabores…

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Bem que já dizia um filósofo do marketing: “a concorrência instiga a criatividade”… Ontem eu li uma notícia no Portal G1 (clica aqui para ler também) que me fez pensar nesse assunto. Que o tráfico de drogas rola solto no mundo inteiro, todo mundo sabe… Logo, se você conhece um traficante, vira logo cliente e estabelece-se a relação comercial… Mas, o que fazer para conquistar novos mercados? Criatividade, ora pois!

Essa quadrilha vendia cocaína com sabores! Isso! Sabores! De morango, limão, coco e canela. Aí você, nobre leitor, deve pensar: “mas cocaína não é pra comer; pra quê sabor?” Pois então… é sinestesia pura. Quando você usa um remédio para descongestionar o nariz, tu não sente o gostinho amargo? Pois então, tu cheira a coca (a cocaína, não o refrigerante) e sente o doce sabor. Vale ressaltar que o sabor é artificial, então deve fazer mal à algumas pessoas.

Bom, de qualquer maneira a quadrilha foi presa, mas se tu ficou curioso, num esquenta não… Daqui a pouco aparece outra novidade no mercado! Invente uma (e fique podre de rico… ou só podre)!

O mais legal foi o comentário do agente Taylor, da Narcóticos. Tendo em vista a curiosa apreensão ele esclareceu aos jornalistas quanto à sentença. “A cocaína continua sendo cocaína, mas uma sentença carcerária continuará sendo uma sentença carcerária, não importa que sabor coloquem nela”.

Bonito isso, né? Esse Taylor deveria fazer parte da nossa equipe aqui do Infernato…

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